quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Bolsas europeias atingem máxima em 5 anos após FED manter estímulo



As ações europeias subiram nesta quinta-feira, com o índice de referência atingindo máxima em 5 anos, depois que o Federal Reserve surpreendeu o mercado ao adiar os planos de reduzir suas medidas de estímulo. O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 fechou em alta de 0,6%, a 1.265 pontos, nível que não era visto desde meados de 2008, enquanto o índice de blue chips da zona do euro Euro Stoxx 50 subiu 0,9%, para 2.936 pontos, nível que não era visto desde meados de 2011.

postado por juju

Dicas para se dar bem ao falar em público

A comunicação é uma habilidade imprescindível em qualquer âmbito da vida, seja na carreira profissional, no trabalho, no ambiente familiar, com os amigos etc. Sem comunicação não há como construir relações permanentes. Mas conquistar essa tão almejada competência não é uma tarefa muito fácil. Alguns profissionais podem ter mais facilidade, porém, aqueles mais tímidos e [...]

postado por: juju

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Jornada Mundial da Juventude impulsionou setor de serviços, diz IBGE


A Jornada Mundial da Juventude ajudou a impulsionar o resultado do setor de serviços no mês de julho, que teve aumento da receita nominal (sem descontar a inflação) de 9% em julho na comparação com o mesmo período de 2012.
O encontro internacional de católicos ocorreu entre os dias 23 e 28 de julho, no Rio de Janeiro.
O segmento de serviços prestados às famílias cresceu 12,8% em julho na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Dentro do setor, destacou-se o segmento de serviços de alojamento e alimentação, com crescimento de 13,7%.
"Ocorreram dois fatores: um aumento maior do turismo em um mês em que ocorre naturalmente o incremento da atividade turística e o evento da JMJ", diz Roberto Saldanha, técnico do IBGE.
"Apesar de a jornada ter ocorrido no Rio, ela movimentou o setor de turismo como um todo", afirma. Os serviços de fornecimento de alimentação para empresas aéreas (catering), por exemplo, tiveram forte expansão no período como resultado dessa demanda, diz.
TURISMO E TRANSPORTE
Além da JMJ, outros fatores explicam o crescimento dos serviços de alojamento e alimentação. "As famílias gastaram mais com turismo em relação a julho do ano passado. Hoje há programas de incentivos ao turismo, como o Viaja Mais Melhor Idade, e a renda das famílias subiu nos últimos 12 meses".
O programa do Ministério do Turismo concede descontos em pacotes turísticos para pessoas com mais de 60 anos
O setor aéreo também teve impacto direto, com a movimentação de brasileiros e estrangeiros para o evento católico. O crescimento da receita nominal foi de 19,4% em julho ante mesmo mês de 2012.
Transportes como um todo foi o segmento que mais contribuiu com a alta do setor em julho, com peso do transporte de carga, principalmente o terrestre. "Houve influência do escoamento da safra agrícola", afirmou.
O transporte aquaviário teve alta de 21,6% em julho na comparação anual. "Houve um crescimento no movimento no transporte aquaviário, o que reflete um maior movimento de importação e exportação de mercadorias", diz.


Postado por: Túlio


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Balança comercial melhora desempenho e reduz déficit do ano


A balança comercial brasileira registrou novo superávit (exportações maiores do que importações) na segunda semana de setembro, de US$ 617 milhões (Cerca de R$ 1,4 bilhão). Com isso, o déficit acumulado no ano voltou a cair, de US$ 3,47 bilhões para US$ 2,85 bilhões. O superávit da segunda semana foi resultado de exportações de US$ 5,22 bilhões e importações de US$ 4,61 bilhões.
As vendas externas de produtos básicos, ou seja, sem valor agregado, foram as principais responsáveis pelo resultado. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
As exportações de produtos básicos tiveram elevação de 23,8% na comparação com a primeira semana de setembro, segundo o critério da média diária. Os itens que encabeçaram a alta foram petróleo bruto, minérios de ferro e cobre, milho e café. Na análise do mês, comparando-se a média diária acumulada de setembro deste ano com a do mesmo mês de 2012, as vendas de não industrializados aumentaram 3,1%, por conta, principalmente, de petróleo bruto, farelo e grão de soja, carne bovina e minério de cobre. As vendas de produtos de maior valor agregado (manufaturados e semimanufaturados) caíram tanto na comparação semanal quanto na mensal.

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Postado por: Nathalie 


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dólar fecha em leve queda de 0,07%, cotado a R$ 2,28


O dólar voltou a fechar em queda ante o real nesta quarta-feira, reagindo à liquidação de uma grande posição comprada da divisa americana, após o Tesouro Nacional não aceitar a oferta de um investidor que queria trocar seus títulos de dívida pública remunerados pelo câmbio por papéis atrelados à inflação. A moeda americana recuou 0,07%, para R$ 2,28 na venda. Segundo dados da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o giro financeiro ficou em torno de US$ 2,3 bilhões (R$ 5,29 bilhões) - ante média diária de US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 3,45 bilhões) em agosto.
Um grande player do mercado financeiro se preparou para trocar papéis da dívida pública atrelados ao câmbio - Notas do Tesouro Nacional-Série A (NTN-A) - por Notas do Tesouro Nacional-Série B - cujo rendimento é atrelado à inflação - travando uma posição comprada no mercado de câmbio. Quando o Tesouro não aceitou a oferta de troca por conta das exigências feitas, o agente do mercado liquidou a sua posição em dólares no mercado, o que reverteu a tendência de alta da moeda americana.
"No leilão de troca de títulos públicos de hoje, ofereceram um lote grande de NTN-A, mas o dealer teve que desfazer a posição (comprada) que tinha montado porque o Tesouro não aceitou a oferta", afirmou um operador de um banco estrangeiro sob condição de anonimato, acrescentando que o montante total da operação foi de cerca de R$ 3 bilhões.
Como isso, o volume de negócios na BM&F aumentou subitamente à tarde, o dólar anulou a alta ante o real vista mais cedo e passou a cair, atingindo na mínima do dia a cotação de R$ 2,26. Durante a manhã, a divisa alcançou a cotação máxima do dia a R$ 2,30. O Tesouro Nacional realiza periodicamente leilões de troca de NTN-Bs e permite também que detentores de NTN-As se livrem desses papéis que têm vencimento em 2024 e não são mais emitidos pelo Tesouro Nacional.


Postado por: Túlio 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Brasil teme que espionagem na Petrobras afete leilão do pré-sal

A denúncia de espionagem na Petrobras pelo governo dos Estados Unidos gerou preocupações de que os americanos tenham tido acesso à estratégia da estatal brasileira no leilão do pré-sal, o que poderia afetar os lances realizados por outras companhias na licitação da reserva de Libra, disse uma fonte do governo brasileiro nesta segunda-feira.
Na avaliação da fonte, que falou à Reuters sob condição de anonimato, empresas norte-americanas poderiam usar informações confidenciais da Petrobras para preparar suas ofertas no leilão. E isso reduziria a concorrência e os lances ofertados ao governo brasileiro pela exploração da área de Libra.
Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a denúncia de espionagem não afeta o cronograma nem as regras do certame, uma vez que as informações sobre Libra, a maior área exploratória de petróleo do país, já estão disponíveis para as empresas interessadas no leilão.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou que o cronograma do primeiro leilão do pré-sal sob o sistema de partilha, previsto para dia 21 de outubro, está mantido e que as regras da licitação não serão alteradas. De acordo com reportagem veiculada no domingo pelo programa "Fantástico" da Rede Globo, o governo americano espionou as redes de computadores de empresas como Petrobras e Google, conforme documentos vazados da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês).

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Postado por: Nathalie

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Brasil tem a maior saída de dólares para meses de agosto em 15 anos


O Brasil registrou saída líquida de 5,850 bilhões de dólares em agosto, o maior déficit para o mês em 15 anos, resultado do forte saída de recursos da conta financeira para o pagamento de empréstimos contratados por bancos no exterior em meados de 2011 que venceram no mês passado. A conta financeira - por onde passam os investimentos estrangeiros em portfólio, diretos, entre outros - registrou saída líquida de US$ 3,992 bilhões em agosto, enquanto a saída líquida pela conta comercial foi de US$ 1,858 bilhão, informou o Banco Central nesta quarta-feira.
O resultado do mês é o pior para meses de agosto desde 1998, quando saíram do País US$ 11,786 bilhões, num momento em que o país passava por forte turbulência diante da crise da Rússia que acabou levando à desvalorização do real seis meses mais tarde. É também a maior saída líquida desde dezembro do ano passado, quando o Brasil teve déficit de 6,755 bilhões de dólares.
"Ainda é cedo para dizer se a tendência persiste nos próximos meses. Esse foi um mês atípico", afirmou o economista da Rosenberg Associados, Rafael Bistafa. "A tendência é de saída leve a moderada com alguma volatilidade dependendo operações pontuais", emendou Bistafa.
O fluxo cambial ficou negativo em US$ 3,102 bilhões na semana passada, também devido a uma forte saída de recursos pela conta financeira. A conta financeira contabilizou saída líquida de US$ 2,789 bilhões na semana passada, dos quais US$ 2,085 bilhões apenas no dia 26 de agosto. Já a conta comercial teve déficit de US$ 313 milhões entre os dias 26 e 30 de agosto. É a segunda semana consecutiva de fortes saídas de recursos. Na semana de 19 a 23 de agosto, o déficit foi de US$ 2,470 bilhões, mas dessa vez puxado pela conta que registra as movimentações comerciais.


Postado por: Túlio


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Europa e EUA iniciam recuperação econômica; emergentes desaceleram

Liderado pelo firme crescimento dos Estados Unidos, o cenário está gradualmente melhorando para as economias avançadas, ao mesmo tempo em que a Europa está finalmente se juntando à recuperação, afirmou nesta terça-feira a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Entretanto, uma desaceleração em muitas economias emergentes significa que o crescimento global vai continuar lento, completou a OCDE.
"O resumo é que as economia avançadas estão crescendo mais e as economias emergentes estão crescendo menos", disse o economista-chefe da OCDE, Pier Carlo Padoan.
Entre as principais economias, os EUA lideram a recuperação com crescimento neste ano de 1,7%, segundo a OCDE, reduzindo sua estimativa de maio de 1,9%.
Impulsionado por fortes estímulos monetários do banco central, o Japão está a caminho de um crescimento neste ano de 1,6%, inalterado ante a projeção de maio.
Por sua vez, a Europa, que enfrenta uma crise de dívida, ao menos ofereceu uma boa notícia com recuperações em andamento na França e Alemanha levando a OCDE a elevar suas estimativas para esses países.
A projeção agora é de crescimento na França de 0,3% neste ano, ante contração de 0,3% na estimativa da OCDE de maio. Na Alemanha, maior economia da Europa, a expectativa é de expansão de 0,7%, ante 0,4% anteriormente.
Fora da zona do euro, a Grã-Bretanha deve crescer 1,5%, ante 0,8% esperado em maio.
Embora as principais economias desenvolvidas estejam se recuperando, uma desaceleração em muitos países emergentes deve pesar sobre o crescimento global, disse a OCDE.
A China foi a exceção entre as economias emergentes, com a expectativa de que o crescimento acelere ao longo do ano e alcance taxa de 7,4%.
Com a economia dos EUA a caminho de manter um crescimento estável, a OCDE disse que é apropriado que seu banco central comece a reduzir as compras de títulos, principal medida das políticas de afrouxamento monetário.
Para a zona do euro, a OCDE afirmou que o Banco Central Europeu (BCE) deveria manter a possibilidade de um corte da taxa de juros na mesa no caso de a recuperação na região enfraquecer.


Postado por: Nathalie

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cursos técnicos capacitam jovens para o mercado de trabalho


Para atender as necessidades do mercado de trabalho, a mão de obra especializada faz toda diferença para quem está em busca de emprego e o caminho mais procurado e rápido tem sido os cursos técnicos. Esse foi o assunto em destaque no quadro Você quer Saber, do Bom Dia Mirante, desta sexta-feira (30).

Em Imperatriz, a segunda maior cidade maranhense, o mercado está aquecido na construção civil, na indústria e na área de serviços. Os cursos técnicos capacitam milhares de jovens para atender essa demanda.
Em Santa Inês, cursos oferecidos por instituições públicas de ensino profissionalizante são o caminho para jovens que não querem ficar de fora do mercado, num momento em que a economia do município vive uma fase positiva.
Nos últimos meses, grandes empresas chegaram à Santa Inês e outras ampliaram as instalações para atender um maior número de clientes. Consequentemente, mais oportunidades de emprego surgem. Atualmente, Santa Inês possui três centros de capacitação e dois de formação profissional. Em três deles funcionam cursos gratuitos. O Ifma é a instituição profissionalizante com maior procura.
Postado por: Nathalie

quinta-feira, 29 de agosto de 2013


Executivo defende critérios para uso do remarketing

Marcos Cabrera, da Ogilvy: "Uma das formas de garantir a eficiência da iniciativa é determinar a frequência de impacto dessa publicidade no consumidor."  Foto: José Gabriel Lindoso / Terra


O remarketing - técnica de direcionamento de publicidade online para o consumidor depois que ele deixou um site de um anunciante - pode ser uma ferramenta importante para o anunciante, mas é necessário que ele tome alguns cuidados ao implementá-lo. Para Marcos Cabrera, diretor de mídia da Ogilvy & Mather, uma das formas de garantir a eficiência da iniciativa é determinar a frequência de impacto dessa publicidade no consumidor.

postado por juju

Após cair 18% ontem, ação de petrolífera de Eike desaba 20%


As ações da OGX tombavam mais de 20% na manhã desta quinta-feira, após a petroleira do grupo EBX ter afirmado que a malaia Petronas não tem direito de adiar o fechamento financeiro de transação para a venda de fatia de dois blocos na bacia de Campos.


postado por juju






Salário mínimo previsto para 2014



será 




de R$ 722,90, diz ministra




Miriam Belchior, do Planejamento, anunciou valor no Congresso.

Belchior entregou Projeto de Lei Orçamentária a Renan Calheiros.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília

Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante coletiva de imprensa em Brasília (Foto: Reuters/Fabio Rodrigues-Pozzebom)
A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou nesta quinta-feira (29) que o Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) elaborado pelo governo prevê salário mínimo de R$ 722,90 a partir de 1º de janeiro de 2014. O valor representa um reajuste de 6,62% em relação aos atuais R$ 678.



postado por julia

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

FMI diz que Brasil está se recuperando de desaceleração


A economia do Brasil está se recuperando gradualmente da desaceleração que começou em meados de 2011, mas mais esforços para impulsionar a produtividade, a competitividade e os investimentos são cruciais para melhorar o crescimento, afirmou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quarta-feira.
Em um relatório feito com base em consultas anuais junto a autoridades econômicas brasileiras, o Fundo Monetário Internacional (FMI) elogiou o foco do Brasil em reformas para melhorar os problemas do lado da oferta, afirmando que isso vai impulsionar o investimento e aliviar os gargalos de infraestrutura.
O relatório informou ainda que será importante para o Brasil elevar a poupança doméstica, melhorar o mecanismo de indexação do salário mínimo e continuar a reformar seu sistema previdenciário. "Outros esforços para fomentar o investimento privado deveriam incluir a melhora da taxação e das condições empresariais", informou o FMI.


Postado por: Nathalie

Dilma: Brasil tem "bala na agulha" para lidar com turbulência do dólar

A presidente Dilma Rousseff justificou a recente alta do dólar no mercado brasileiro como resultado da política monetária dos Estados Unidos e lembrou que o Brasil tem grandes reservas internacionais, que chamou de "bala na agulha", para lidar com essa turbulência.
"Sabe aquela história de guardar no colchão? O Brasil não guarda no colchão, mas ele tem entre US$ 378 e US$ 372 bilhões em reservas internacionais", disse Dilma em entrevista por telefone a rádios de Belo Horizonte. "Então, nós temos o que se chama 'bala na agulha' para encarar esses processos que ocorrem internacionalmente."
Desde que o Federal Reserve (FED, banco central americano) anunciou que poderia começar a reduzir seus estímulos econômicos a partir de setembro, ocorreu um movimento de forte desvalorização das moedas em diversos de países. A alta do dólar nas últimas semanas se dá neste contexto, mas ela também é alimentada por um pessimismo em relação à economia brasileira. Na semana passada, o Banco Central (BC) anunciou um programa de leilões cambiais, com potencial de US$ 60 bilhões, para tentar reduzir a volatilidade da moeda americana.
"Nossa política é de dólar flexível", disse a presidente. "O que nós fizemos? Nós entramos no mercado para atenuar essas flutuações, para não deixar que elas sejam abruptas... a gente atua de forma a suavizar essas oscilações." Mas ela ressaltou que o governo não tem cotação alvo para o dólar. "Não temos. Se você perguntar para alguém se tem, e se alguém responder que tem, você desconfia, porque ninguém tem condições de dizer isso."
Dilma aproveitou para justificar o fraco desempenho da economia brasileira - que cresceu apenas 0,9% em 2012 e apenas 0,6% no primeiro trimestre deste ano - pelo cenário global. "Você tem um quadro internacional nas economias de muito baixo crescimento ou, inclusive, de recessão... nós estamos numa situação de manter o crescimento, nós queremos que o crescimento se mantenha", disse.
A presidente acrescentou que a situação fiscal do Brasil é "muito boa" e, otimista, lembrou que neste semestre devem ocorrer vários leilões de concessões para obras de infraestrutura, "que vão atrair muitos investimentos".


Postado por: Túlio

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Brasil quase dobra exportação de etanol no acumulado de 2013

As exportações de importantes commodities do Brasil apresentaram força no acumulado do mês de agosto até a quarta semana, com destaque para os embarques de etanol, açúcar, café e milho, em meio a uma valorização do dólar que tende a aumentar a rentabilidade das vendas externas em reais. Até o momento no ano, as exportações de etanol quase dobraram na comparação com o mesmo período de 2012.
De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações de etanol nos 17 dias úteis de agosto somaram 407,8 milhões de litros - o maior volume para qualquer mês neste ano -, contra 350,5 milhões de litros em todo o mês de julho e 313,9 milhões de litros em agosto de 2012.
Apesar dos preços do açúcar e do café nos menores níveis em vários anos, as exportações dessas commodities estão fortes em agosto, em meio a grandes colheitas no Brasil. No caso do açúcar bruto, as exportações já superam 2 milhões de toneladas, ultrapassando também os embarques do mês passado e de todo o mês de agosto de 2012.
Os embarques de milho, conforme esperado, também apresentaram crescimento na média diária em relação a julho e a agosto de 2012. O Brasil exportou 133,8 mil toneladas de milho por dia em agosto, contra 31,9 mil toneladas em julho e ante 120 mil toneladas no mesmo mês do ano passado.
Ao todo, o País já exportou 2,2 milhões de toneladas de milho, enquanto os embarques de soja também seguem elevados, superando 4 milhões de toneladas no acumulado do mês.


Postado por: Nathalie

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Brasil gera 41,4 mil empregos formais em julho, pior resultado em 10 anos

O Brasil abriu 41.463 vagas formais de trabalho em julho, muito aquém do esperado e o pior resultado para o mês desde 2003, com forte queda nas contratações em todos os setores, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira.
O resultado ficou bem abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters feita com analistas, cuja mediana das projeções era de abertura de 100 mil vagas no mês passado. O resultado de julho é 66,5% menor que os 123.836 postos com carteira de trabalho criados em junho e 70,9% inferior aos 142.496 vagas abertas em julho do ano passado.
A indústria de transformação contratou 7,1 mil empregados em julho, contra 24,8 mil postos abertos em igual mês do ano passado. A construção civil admitiu em julho, 4,9 mil operários, número bem abaixo dos 25,4 mil contratados um ano antes.
Ainda segundo o Caged, o setor serviços abriu somente 11,2 mil postos no mês passado, desempenho bem abaixo das 39 mil vagas ofertadas em julho do ano passado. No acumulado do ano até julho, o mercado formal de trabalho registrou a contratação líquida de 699.036 mil trabalhadores.
Ao comentar os dados, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse não haver justificativa para a forte queda do emprego. "Não há como explicar, não temos dados", disse. "Não é um resultado bom, mas o emprego continua crescendo ao contrário dos países riscos, que não geram empregos."
A desempenho de julho evidencia a perda de dinamismo na oferta de emprego, uma das principais âncoras do governo da presidente Dilma Rousseff e que agora mostra sinais de exaustão diante da economia em fraca trajetória de recuperação.
Em junho, a taxa de desemprego ficou em 6 por cento ante 5,8 por cento em maio, no sexto mês seguido sem queda no indicador, ao mesmo tempo em que o rendimento da população caiu pela quarta vez consecutiva, indicadores que reforçam a perda de ritmo na oferta de vagas.


Postado por: Túlio

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Alemanha retornará a taxas normais de crescimento no 2º semestre

A economia da Alemanha deve se estabilizar no segundo semestre de 2013, após ter registrado seu crescimento mais forte em mais de um ano no segundo trimestre, informou o Bundesbank, banco central da Alemanha, nesta segunda-feira.
O crescimento na Alemanha e no resto da zona do euro irá se beneficiar das taxas de juros em mínima recorde do Banco Central Europeu (BCE), que tem prometido manter as taxas baixas por período prolongado, informou o BC alemão, mas acrescentando que isso não é um compromisso incondicional.
As taxas de crescimento mais fortes que o esperado nas maiores economias da zona do euro, Alemanha e França, ajudaram a tirar a região da recessão no segundo trimestre, devido principalmente à demanda interna. "No segundo semestre de 2013, o crescimento econômico na Alemanha deve retornar para taxas normais e estáveis", informou o Bundesbank em seu relatório mensal.
A economia da Alemanha, tradicionalmente voltada a exportações, conta com a demanda doméstica para impulsionar o crescimento, à medida que o comércio externo deve agir como um peso neste ano, visto que grande parte da zona do euro, para a qual o país manda 40 por cento de suas exportações, ainda está enfrentando dificuldades.
O Bundesbank notou que o investimento doméstico não deve acelerar de modo discernível sem uma melhora de longo prazo nas perspectivas de crescimento para os vizinhos da Alemanha e a implementação de medidas para resolver a crise de dívida para dispersar a incerteza. O consumo privado irá continuar a ser sustentado pela inflação moderada e o desemprego baixo.
Postado por: Nathalie